A divulgação do 13° Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado em 10 de setembro, confirmou uma tendência iniciada desde 2015, quando o petista Wellington Dias foi eleito pela segunda vez  governador do Piauí: o estado é o mais seguro entre as regiões Norte e Nordeste e tem a sexta menor taxa de mortes violentas intencionais do país com 18,9 para cada grupo de 100 mil habitantes.

Mas os resultados favoráveis, é bom que se diga, não aconteceram da noite para o dia.  O desafio assumido pelo estado tão logo Wellington Dias chegou ao poder era dos maiores possíveis: em 2014, o Piauí registrava taxa de assassinatos por cem mil habitantes de 23,0, e de 20,8 em 2015, representando uma queda de 17% nos últimos quatro anos.

Reeleito para o seu terceiro mandato nas eleições de 2018, o governador tem conseguido manter o forte investimento no setor e os frutos começam a aparecer para todo o país – exatamente num momento conturbado da segurança pública em estados como o Rio de Janeiro, do governo genocida de Wilson Witzel, e da polícia sanguinária de João Doria, que responde por um terço dos assassinatos ocorridos na cidade de São Paulo no primeiro semestre deste ano.

Novas viaturas, equipamentos de uso individual, aparelhos, softwares e novas estratégias, além do trabalho em parceria com a sociedade foram algumas das iniciativas implantadas pelo governo do PT no estado. Também se destacam programas como o Piauí Conectado, que em junho iniciou a implantação de 5 mil quilômetros de fibra óptica  – a medida permite televigilância e segurança de dados que têm melhorado a gestão do sistema de justiça.

Também virou notícia o fato de os ataques a caixas eletrônicos no Piauí terem queda de 63,6% de janeiro a agosto deste ano, em comparação com o mesmo período do ano passado. O número é ainda maior que a média nacional de 43%, conforme a Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Foram 22 ocorrências até agosto de 2018 contra apenas oito casos no mesmo período deste ano.

Para o secretário de Segurança do Piauí, Fábio Abreu, só há uma explicação para a queda em praticamente todos os tipos de crime: gestão eficiente. “O grande diferencial do estado tem sido o forte investimento e integração do setor.  Criamos programas inovadores, sistema de tecnologia entre outras medidas”, explica.

O secretário também antecipa a próxima medida do governo para seguir inovando na área de Segurança Pública: “Nós vamos implantar um sistema de gerenciamento de riscos. A ideia é classificar os criminosos em baixo risco, médio risco e alto risco. Todos eles terão acompanhamento integral do estado e não terá contato com criminosos de outros níveis. Um ladrão de bicicleta não pode frequentar um mesmo ambiente que um criminoso de alta periculosidade. Vamos acabar de vez com a questão da escola do crime associada ao sistema prisional”.

A novidade agregará ainda maior valor ao que Fábio Abreu considera como os três pontos primordiais do planejamento estratégico realizado pelo governo estadual para o setor: uso de inteligência, ação integrada entre as polícias e mapeamento das zonas mais perigosas. “Desde 2015, temos atuando de forma integrada, com ações conjuntos das Polícias Civil, Militar, Federal e Rodoviária Federal. Isso teve efeito não só imediato, mas também se prolongado, como mostra o levantamento”, concluiu.

Da Redação da Agência PT de Notícias

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