Tudo paralisado e sem perspectiva de retomada. Esta é a triste situação da política de habitação popular do Governo Doria, no Estado de São Paulo.

A agenda que estimula o governo Doria é a da violência policial e da criminalização dos movimentos populares. 6 meses de governo e não há sequer um anúncio concreto do que será feito na política habitacional no Estado de São Paulo, que alimenta números recordes de falta de moradia, reintegrações de posse, favelização e déficit habitacional crescente. Segundo a Fundação Seade: “a inadequação habitacional reúne 27,0% dos domicílios paulistas e seus componentes retratam carências de diferentes ordens. A maior parcela decorre de espaço interno insuficiente, relativo às moradias que não dispõem dos cômodos necessários para atender às funções básicas de repouso, lazer, preparo de alimentos e higiene”.

Outro elemento que compõe este cenário de precariedade habitacional é o alto custo dos alugueis. No Brasil, o déficit habitacional é de 7,2 milhões de moradias. Assim, diante desta situação dramática, o governo Doria, além paralisar programas em andamento, não apresenta nada de novo, despeja o povo sem teto, desrespeita e criminaliza os movimentos de moradia. Diante de tantos retrocessos, ao movimento de moradia só resta ir à luta. Se o governo não tem política habitacional, queremos mostrar que nós temos. Vamos levar nossas propostas para que o Estado de São Paulo volte a ter protagonismos na política de habitação, com investimentos próprios e prioridade àqueles que mais precisam.

Por isso, no dia 31 de Julho de 2019, estaremos nas ruas, e vamos até o Palácio dos Bandeirantes, para exigir uma politica de habitação popular no Estado de São Paulo. Todos e todas às ruas!

Clique aqui e veja o panfleto. 

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