Bloco LGBT contra a reforma da Previdência estará no ato convocado pelas centrais sindicais e outros movimentos sociais, para esta sexta-feira (22), contra a proposta apresentada pelo governo de Jair Bolsonaro. Com o objetivo de manter a mobilização em rede pelo direito de todos os trabalhadores se aposentarem, mais de 20 entidades em defesa da população LGBTI+ aderem à manifestação programada para ocorrer em frente ao Masp, na Avenida Paulista, em São Paulo, a partir das 17h.

Integrante da frente LGBTI Sem Medo, o estudante Augusto Malaman explica ao repórter Cosmo Silva, da Rádio Brasil Atual, que a atual proposta de "reforma" da Previdência penaliza os trabalhadores e demanda solidariedade e união para freá-la. "Isso significa que a resistência tem de ser ampla, de todos os setores da sociedade (...) é um jeito da gente construir solidariedade e uma perspectiva classista para a pauta", ressalta o estudante.

Alexandra Fortes, bancária, lésbica, representante do coletivo Prisma, da Universidade Federal do ABC (UFABC), e do Centro de Cidadania LGBTI Neon Cunha, faz uma ressalva quanto às especificidades da população e aponta a "reforma" como um agravador das desigualdades. "OS LBGTs já estão na ponta mais baixa, na base da pirâmide e eles, agora, estão abaixo da terra mesmo. Isso (a proposta de reforma da previdência) é para enterrar a comunidade", afirma.

Fonte: Rede Brasil Atual. 

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